
A Estratégia Europeia de Segurança, definida por J. Solana em Dezembro de 2003, identifica as seguintes ameaças como sendo as principais:
A dimensão da tecnologia em relação à satisfação das necessidades apresentadas pelas ameaças à segurança é alterável, porque muitas vezes ela é polivalente. Cada vez mais as aplicações civis e militares de segurança partem de uma mesma base tecnológica, que se transferem de uns campos para outros. Por exemplo, sistemas como o GPS ou Internet, que foram concebidos para um ambiente militar, têm cada vez mais uma dimensão civil mais ampla. Ao contrário, a chamada “revolução dos assuntos militares e de segurança” está baseada numa combinação de tecnologias de electrónica, sistemas de informação e telecomunicações. Estas tecnologias foram desenvolvidas, em grande parte, fora do âmbito militar, embora tenham uma aplicação imediata nesse âmbito assim como no da segurança. Por isso, grupos empresariais como a GMV, líderes noutros campos de alta tecnologia, contribuem de forma concreta para o desenvolvimento tecnológico da área da Defesa e Segurança.
Esta estratégia europeia de segurança é implementada através de quatro grandes programas europeus como se descreve a seguir, desde o ponto de vista do desenvolvimento de sistemas avançados de segurança que incluem a utilização de novas tecnologias.
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