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O surgimento de arquitecturas hardware cada vez mais potentes e a preços competitivos permitem a consolidação dos serviços implementados em sistemas dispersos. A GMV dispõe de uma ampla experiência em projectos de consolidação nos quais se obtiveram os seguintes benefícios:
- Melhoria substancial na Manutenção: Ao implementar tanto as aplicações como os serviços na mesma arquitectura, a instalação será realizada de forma homogénea. Este facto implica que as equipas de operação e manutenção, face a um incidente, tratem todas as aplicações e serviços de forma mais eficiente. Além disso, ao possuir um número inferior de sistemas o tempo dispendido em tarefas de manutenção periódica é reduzido, por exemplo aplicação de patches, backups, etc.
- Alta Disponibilidade: As arquitecturas em que se desenvolve a consolidação dos sistemas proporcionam mecanismos de alta disponibilidade dos quais todas as aplicações podem beneficiar, assim como serviços que sejam implementados nestas arquitecturas. Esta característica diminui consideravelmente o MTBO (Mean Time Between Outages) o qual permite realizar actualizações de software dos sistemas sem perda do serviço.
- Homogeneização de ambientes: As aplicações e serviços que se encontrem instalados nas arquitecturas de consolidação têm de utilizar os mesmos Sistemas Operativos, Software Base (Servidor de Aplicações, Base de Dados, etc.) de tal forma que têm que ser adaptados ao referido ambiente. Esta homogeneização de ambientes, permite usar um menor número de ambientes de pré-produção e desenvolvimento, facilitando a sua gestão. Está comprovado que o tempo de desenvolvimento e testes diminui substancialmente se existir um ambiente mais homogéneo possível. Por outro lado, também se observa uma diminuição substancial do número de incidentes nas plataformas de consolidação.
- Reutilização de licenças: A arquitectura de consolidação coloca à disposição de todos os serviços um conjunto de software base, com as suas licenças correspondentes, de tal forma que a instalação de um novo serviço não obriga à compra de novas licenças.
- Maior aproveitamento de Hardware: A arquitectura de consolidação permite a partilha de todos os recursos de Hardware entre todos os serviços, adaptando os recursos às necessidades específicas dos serviços, podendo-se adaptar facilmente às novas necessidades que possam surgir.
Do mesmo modo, o surgimento de arquitecturas hardware potentes tem permitido a evolução da Virtualização de Sistemas que possibilitam que dentro de uma mesma arquitectura hardware, existam vários Sistemas Operativos instalados com os seus serviços correspondentes. Algumas das vantagens associadas à Virtualização de Sistemas são:
- Consolidação de sistemas: A utilização de máquinas virtuais para consolidar vários servidores físicos em poucos servidores host físicos com máquinas virtuais. O servidor físico é portanto “transformado” numa máquina virtual hóspede, residindo num sistema host de máquinas virtuais. Esta técnica de virtualização também é conhecida como Physical-to-Virtual (P2V)
- Recuperação em caso de desastres: Máquinas virtuais podem ser usadas em ambientes “hot standby” para servidores físicos que se encontrem em produção. Esta técnica muda a filosofia clássica de “backup-and-restore” para as cópias de segurança de imagens das máquinas virtuais para arrancar em máquinas virtuais activas que podem assumir o controlo da carga de trabalho do servidor de produção que está indisponível. Desta forma, reduz-se o MTTR (Mean Time To Recovery)
- Independência dos serviços: Serviços de um mesmo servidor podem operar independentemente
- Replicação de ambientes: As imagens das máquinas virtuais que se encontram em produção podem ser utilizadas para criar ambientes de pré-produção idênticos à produção (salvo os recursos de hardware). Desta forma, por exemplo, poder-se-ia testar num ambiente de pré-produção idêntico ao de produção a instalação de um patche e testar o seu funcionamento. Da mesma forma podem ser utilizadas para criar ambientes de desenvolvimento.
- Menor complexidade: Reduz a diversidade dos sistemas e o custo associado à gestão e operação dos centros de dados.
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